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O nome dele é Chico César, mas podem chamar de “Chico Gangorrinha”

A hipocrisia de Chico César chega quase a ser um ataque violento à inteligência dos paraibanos. Quando ele tocou nu em Tambaba foi menos debochado do que quando disse que recebeu cantada para receber propina na sua passagem pela Fundação Cultural da Paraíba, mas não aceitou.

Falso paladino, Chico passou a denunciar o esquema de corrupção que envolve  bandas de forró, secretários de cultura e prefeitos. Concordo com ele em tudo, menos que só ele foi o limpinho.

Até um vocalista ingênuo de trio de forró que toca na feira de quarta feira sabe que Chico surfou na gangorrinha do eu te coloco aqui e tu me coloca ali. Ele abria uma janela para um artista aqui e uma janela era aberta pra ele em outro lugar. Simples assim.

Traduzindo, ele exigia uma contrapartida dos empresários que intermediavam os shows que contratava. Levava vantagem sendo colocado em outras praças. Uma coisa tipo oração de São Francisco de Assis, onde é dando que se recebe.

O gestor público contratava os artistas de determinados escritórios e esses escritórios beneficiados colocavam Chico santinho do pau oco para fazer shows em outras praças.

Nada ilegal, mas imoral. Menino, quem foi teu mestre?