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Dois pesos, duas medidas. Esta é a síntese para o que volta-e-meia nos deparamos na Paraíba e no Brasil como um todo para casos aparentemente semelhantes. Vejam os casos dos senadores Delcídio Amaral e Aécio Neves – no caso do mineiro mais grave, mesmo assim solto.

Na Paraíba, há um caso que salta aos olhos na forma de tratar o prefeito afastado de Bayeux, Berg Lima, até a presente data com recusas sistemáticas de negativa da liberdade condicionada.

Antes de juízo de valor precipitado, não estamos ignorando o flagrante exposto ao mundo, mas o fato é que Berg Lima não tem precedentes criminais nem é pessoa de alta periculosidade – muito ao contrário, daí puder responder ao crime de extorsão em liberdade está mais do que na hora porque o contrário é arbitrariedade excessiva.

TRE SINALIZA

Quando decidiu não acatar o pedido do PSL nesta fase dos acontecimentos , a Justiça Eleitoral ao recusar o afastamento em definitivo do prefeito Berg Lima se baseou em regras jurídicas republicanas.

Ele perdeu todo o acervo que construiu de forma inédita, precisa pagar o preço do seu absurdo, mesmo assim não pode morar no 1o Batalhão da PM.

Tenho dito.

 

Fonte: Blog Walter Santos