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A deputada estadual Iraê Lucena (PMDB) declarou que não teme a determinação do presidente estadual do PMDB, Antônio de Sousa, que defende uma “caça aos infiéis,” como são chamados os parlamentares que abandonaram o projeto político do ex-governador José Maranhão (PMDB), e passaram a apoiar a candidatura de Ricardo Coutinho (PSB), hoje governador do Estado.

 

Iraê lembra que o posicionamento de Antônio de Sousa vai de encontro ao entendimento do presidente nacional do partido, Michel Temer, que defende um momento de união da legenda e considera que os parlamentares paraibanos não possuem a obrigação de seguir a estadual, uma vez que o PSB, do governador Ricardo Coutinho, também fez parte da base da presidente Dilma Rousseff, que possui Michel Temer como vice, projeto maior dos peemedebistas no pleito de 2010.

 

Iraê não justificou sua saída da legenda, revelou magoas com o ex-governador José Mranhão, disse que sempre se dedicou ao partido e afirmou que se Humberto Lucena, um dos políticos mais honrados do Estado, ainda estivesse vivo, nada disto teria acontecido.

 

Cá pra nós, Iraê pulou a cerca e jogou a falta de competência para se reeleger no ex-governador. Por outro lado, se deu bem e ganhou sobrevida quando aderiu a Ricardo no segundo turno.

 

Quem será que ela vai culpar quando perder a próxima eleição?