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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como a inflação do aluguel, porque é usado para reajustar a maioria dos contratos imobiliários, acumulou alta de 2,96% nos 12 meses até outubro, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). É a menor taxa para um período de 12 meses desde abril de 2010, quando ficou em 2,88%.

No mês de outubro, o IGP-M variou 0,28% em outubro. Em setembro, a variação foi de  0,20%. Em outubro de 2013, a variação foi de 0,86%.

A variação acumulada em 2014, de janeiro até outubro, é de 2,05%.

Usado no cálculo do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede os preços no atacado, passou de 0,13% em setembro para 0,23% em outubro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que calcula os preços no varejo e também entra no cálculo do IGP-M, registrou variação de 0,46% em outubro, ante 0,42% em setembro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo alimentação (0,40% para 0,63%), com destaque para o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -6,85% para 2,36%.

Outros itens que tiveram aumento e contribuíram para a alta do IPC foram roupas (-0,11% para 0,69%), tarifa de telefone residencial (-1,85% para 0,16%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,43% para 0,67%).

Com peso menor no IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou variação de 0,20%. No mês anterior, a taxa foi de 0,16%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,43%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,34%. O índice que representa o custo da mão de obra não registrou variação.

G1