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Uma fonte que costuma acertar em quase tudo que me diz fez contato e me contou que a Força Nacional anda fuçando a vida dos policiais e, ao contrário do que se imaginava, desde que chegou pouco tem focado no combate direto ao crime.

Confirmando as suspeitas do Major Fábio, garantiu-me a fonte que as ações de campo não passam de manobras dissuasivas e que a inteligência comandada por um delegado federal tem rastreado a moto preta e os inúmeros crimes de pistolagem atribuídos a existência de um esquadrão da morte.

Soube que a vinda da Força Nacional é retaliação de RC contra a PM, mas tem o dedo do deputado federal Luís Couto, que teria intercedido diretamente junto a cúpula do Ministério da Justiça.

Aliás, o padre Couto assumiu isso de certa forma numa nota distribuída por sua assessoria em que diz que quem não deve não teme e pergunta se o major Fábio estaria com medo das investigações.

É claro que investigar porque de tanta queima de arquivo nas incursões da “moto preta” pelo submundo, onde quase sempre as vítimas eram presidiários em liberdade condicional ou com pena conclusa, é importante, mas o aumento da violência em todo o estado e as explosões de caixas eletrônicos merecem atenção especial.

Outra coisa: não se pode culpar as polícias civil e militar pela possível ação isolada de membros.

De todo jeito, tem causado polêmica e muita revolta na caserna às despesas altíssimas para manter um contingente inexpressivo e voltado para investigar a própria polícia.

Acho que esse mistério deve ser desvendado, mas caberia a nossa PF assumir esta investigação, pois sobra capacidade e nada nos custará.