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Não é culpa do senador Cássio Cunha Lima e quem estiver creditando na conta dele esse comportamento bipolar do prefeito de Campina está equivocado.

Falo do estabanamento de Romero, que do nada passou a se anunciar candidato a governador, ferindo a máxima de que ninguém pode ser candidato de si próprio.

Entendo Romero e a dor de cotovelo que sente quando visita João Pessoa e testemunha a quantidade de moradias entregues e ele até agora só adiando a entrega do Aluísio Campos, quase chegando a próxima campanha e ainda como bandeira do “vai fazer”.

Romero viu a Nova Lagoa, a urbanização da orla, a quantidade de ruas com asfalto de verdade, as escolas climatizadas e ficou encabulado.

Como a gestão de Romero leva tudo no gogó, o prefeito decidiu que disputar com o prefeito de João Pessoa a cabeça de chapa agradaria o campinismo e desviaria o foco do imobilismo de sua gestão, pois, ao se lançar candidato a governador, quem mora fora de Campina é levado a acreditar que, assim como a gestão de Cartaxo na Capital, Campina virou um canteiro de obras, o que absolutamente não procede. 

Na reunião que, provavelmente, Cássio terá com Cartaxo hoje, pelos menos foi noticiado, o senador pedirá desculpas em nome da família e mais uma vez indicará Pedro como vice, que até já começou a ser estadualuzado, vide ter votado contra os trabalhadores e a favor da terceirização.

Em tempo: para emplacar Pedro, Cássio precisa baixar no Congresso a idade mínima exigida. Caso não consiga, indicará Ronaldinho.

Dércio Alcântara