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No mesmo processo em que encontramos o email de desembargador pedindo emprego para a esposa e um cunhado e o conselheiro do TCE citado em anotações feitas pelo governador em um contracheque de próprio punho, também encontramos um esquema inquisitório de caça às bruxas.

Eu sei que é esquisito e que não é usual, práxis ou padrão de comportamento administrativo, mas o “processo administrativo” que o deputado Anísio Maia tem em mãos revela também que entre as providências que o secretário de Governo Walter Aguiar pede ao secretário de Saúde Waldison, está a demissão, remanejamento ou outro tipo qualquer de punição para pessoas que aparecem em atividades da campanha do então candidato a reeleição José Maranhão.

Há, inclusive, uma sondagem indiscreta no Orkut de uma delas e ao lado sempre anotações feitas pela caligrafia inconfundível do braço direito de Roseana Meira, conhecido como Julinho.

Mentira? Invencionice? Basta um simples exame grafotécnico para que a verdade do que eu digo se confirme.

Naquela documentação que o deputado petista Anísio Maia tem em mãos existem provas de que um processo cruel e doentio de perseguição a liberdade de pensamento foi perpetrado.

Há levantamento fotográfico, averiguação de posicionamentos idelógicos nas redes sociais e o pedido de degola intrínseco.

E como tudo isso se misturou? Por incompetência e desleixo comum àqueles que se sentem acima de qualquer suspeita e cometem deslizes achando que nunca serão denunciados.

Uma reflexão: se este governo é capaz de fazer o que as fotos abaixo comprovam, imaginem o que fará o secretário de Comunicação Nonato Bandeira quando tiver a sua disposição legal a P2 e o sistema guardião de grampeamento de até 300 telefonemas ao mesmo tempo?

Lembram que um blogueiro famoso e apaixonado andou divulgando algumas dessas fotos em seu blog? Ação orquestrada de investigação, exposição e punição ao alcance de quem comanda  a máquina.