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O mínimo que Cássio precisa fazer com os seus eleitores é jogar limpo. Essa coisa de querer vender gato por lebre não é politicamente correto.

Falo da dúvida jurídica sobre se realmente pode ou não ser candidato a governador.

Não custa nada o senador abordar publicamente a questão nos inúmeros contatos que tem tido com a imprensa ou ainda colocar em debate nos encontros do seu partido qual deve ser a saída num eventual impedimento.

Vou mais longe e digo que passada a fase do vai ou não ser candidato, chegou agora a fase do pode ou não pode ser.

Proponho que antes inclusive que a próxima pesquisa já traga inclusive o cenário com o substituto de Cássio, que, a saber, atende pelo nome de Ronaldo Cunha Lima Filho, seu irmão.

Eu sei que alguém vai dizer que é uma dinastia essa coisa de passar de pai para filho, de irmão para irmão, mas vamos nos ater por enquanto a questão de Cássio abrir uma discussão e colocar as cartas na mesa.

Sabemos que ele lidera as pesquisas por representar o voto útil, aquele que reúne mais chances de derrotar RC, mas e se ele não for o candidato do PSDB, esse posto permanecerá com o partido? Só uma pesquisa poderá dizer.

Isso é importante devido ao fato de que o PSDB vende no momento uma mercadoria que não tem a certeza de poder entregar.

Vale a pena lideranças e partidos se arriscarem numa aventura se o próprio candidato não tem segurança jurídica e prepara o irmão como Plano B?

Enfim, teria Ronaldo Filho o mesmo potencial de Cássio para ir ao segundo turno?

Com a palavra o Doutor Cássio e uma nova pesquisa.