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Quem está na luta contra a balança, com certeza, já ouviu falar de vários tipos de dieta – da lua, da proteína, líquida, low carb, paleolítica, da fruta e diversas outras. Mas será que elas realmente funcionam? Depende de quem faz ou do que se come? No Bem Estar desta segunda-feira (17), a nutricionista Fernanda Timerman explicou que dietas restritivas podem ser mais difíceis de manter porque, quando acabam e a pessoa perde peso, ela acaba voltando ao comportamento anterior e passa a comer novamente.

O endocrinologista Bruno Halpern alertou que, depois do emagrecimento, a célula de gordura não morre, só desincha. Ou seja, se a pessoa volta a comer como antes, a célula pode inchar novamente, levando ao ganho de peso. Além disso, ao restringir um alimento, é natural que o organismo “queira” esse alimento, como alertou a nutricionista. Segundo a especialista, restringir é um princípio para consumir em excesso quando houver a oportunidade e, por isso, é preciso tomar cuidado e se preocupar em manter opeso com reeducação alimentar e atividade física.

Quem faz a dieta da proteína, por exemplo, pode sofrer consequências, principalmente nos rins. Já a dieta que restringe carboidratos pode levar a sintomas, como dor de cabeça, falta de atenção e diversos outros problemas que não valem o risco. Há ainda a dieta paleolítica, que a pessoa para de comer tudo que é industrializado, como uma gelatina, por exemplo, e tenta ingerir só alimentos naturais – mas como explicou o endocrinologista Bruno Halpern, é quase impossível ter uma alimentação 100% natural.

Por último, a nutricionista Fernanda Timerman alertou para a importância de saber escolher na hora da vontade. Se a pessoa quer comer um doce, por exemplo, ela acaba escolhendo uma barrinha de cereal achando que vai ser mais saudável, mas aquilo não vai satisfazê-la e ela pode eventualmente pegar também o chocolate depois. Por isso, às vezes é melhor logo escolher um chocolate do que tentar várias outras opções.

G1