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Dois paraibanos estão no foco das atenções nacionais.
Juliette Freire, a paraibana candidata a ganhar o reality show da Globo.
E Marcelo Queiroga, o paraibano que comanda o ministério mais estratégico do país em meio a pandemia.
De qual deles devemos nos orgulhar?
Juliette, com seu entretenimento baseado em valores firmes, tem ganhado a admiração de artistas, grandes marcas da indústria e até de políticos.
Já Queiroga vem amealhando desconfiança da mídia especializada em cobertura política.
No último final de semana, em um jantar com empresários em São Paulo, levou um “passa fora” público do chefe, Jair Bolsonaro.
De acordo com nota divulgada pela revista Veja, Jair abordou Queiroga – que circulação com máscara – nos seguintes termos, abre aspas:
“Tira essa máscara, porra! Tá querendo me sacanear?”
Queiroga sorriu, tentando levar o puxão de orelhas para o campo da brincadeira, mas manteve a máscara.
Não manteve, porém, sua missão mais importante: vacinar um milhão de brasileiros por dia.
Como não fez a conta direito, teve que pedir desculpas.
E parece disposto a assumir a culpa até dos malfeitos do presidente.
Em uma demonstração de subserviência jamais vista até no seu antecessor, Pazuello, Queiroga – que chegou agora e fez quase nada – disse que o chefe da República não tem responsabilidade sobre a carnificina em curso.
A culpa seria dele, toda dele.
Enquanto Marcelo Queiroga se penitencia, porém, os brasileiros ainda esperam a única resposta que realmente tem o poder de fazer a diferença no caos pandêmico:
Vacina, tem?

Assista: