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No ano passado, aviões da FAB (Força Aérea Brasileira) aterrissaram no estado de Goiás com 34 brasileiros que estavam no epicentro do que seria, posteriormente, uma pandemia provocada pelo coronavírus. Esses brasileiros vieram de Wuhan, na China. Mas, um ano depois, alguns dos brasileiros resgatados expressaram que era melhor ter ficado na China. A modelo Adrielly Eger, uma das resgatadas na época, disse: “todos falam que, se soubéssemos como o Brasil estaria hoje, não teríamos voltado para cá”.

Quando os brasileiros chegaram de Wuhan, o Brasil ainda não tinha nenhum caso da covid-19 confirmado. Hoje, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais casos de covid-19, atrás dos Estados Unidos e da Índia. Já a China tem pouco mais de 100 mil casos, o que a coloca na posição 82 no mundo. Os números são da Universidade John Hopkins.

O analista mineiro Vitor Campos, também resgatado, comenta: “Eles (os chineses) tiveram coerência. Quando foi preciso, fecharam tudo, foram radicais. Aqui (no Brasil) foi um caos total. Não havia conversa entre estados, municípios, governo. O presidente queria abrir, o resto queria fechar. Por isso a crise está se estendendo tanto tempo”.

Foto: Ministério da Defesa / reprodução.