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O Botafogo da Paraíba recorreu à Justiça para anular a assembleia geral do último domingo (18), que elegeu os novos membros do Conselho Deliberativo. De acordo com o apurado, a maior parte do grupo de situação, que apoia a candidatura de Sérgio Meira ao CD, não esteve presente, alegando que a assembleia geral não seria realizada. No entanto, esqueceram de combinar com a chapa de oposição, que esteve em peso na sede botafoguense e deu início à votação, que terminou com a eleição de Alcedo Gomes para a presidência do clube.

Ou seja, no momento, a oposição garante que a eleição foi válida, enquanto a situação afirma que o processo não tem qualquer validade.

A ação da equipe esportiva foi parar nas mãos da 10ª Vara Cível da Capital após o juiz Keops de Vasconcelos Amaral, da 15ª Vara Cível rejeitar a competência para julgar o caso. O magistrado reconheceu que a decisão a ser proferida na ação ajuizada pelo Botafogo terá reflexo direto em outras duas ações (a da 15ª e a da 10ª Varas), e, consequentemente, poderá gerar decisões conflitantes.

Como a 1ª ação foi distribuída para a 10ª Vara, o juiz entendeu que esta se tornou competente para processar e julgar as 3 demandas.