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Após o pedido de intervenção na administração de Bayeux, que está sob análise do Tribunal de Contas do Estado, a procuradoria do município anunciou, no início da tarde desta quinta-feira (15), que a Prefeitura Municipal da cidade deverá demitir, em breve, cerca de mil funcionários contratados, para se adequar às recomendações do tribunal.

De acordo com Aécio Farias, procurador do município, a prefeitura já está tomando todas as providências para que a intervenção não seja necessária. Ele também informou que uma parte das irregularidades apontadas pelo tribunal de contas aconteceram na gestão do ex-prefeito Expedito Pereira.

“O município surrupiava informações ao INSS e a Receita Federal. Quando o TCE fez o cruzamento de informações, detectou que o gestor de 2016 não repassava as informações corretamente, numa espécia de estelionato causado à Receita Federal”, explicou. Esses erros causaram um débito de cerca de R$ 30 milhões aos cofres públicos, de acordo com Aécio.

No que diz respeito às irregularidades apontadas na folha de pagamento, o advogado do município esclareceu que a prefeitura vai demitir, em breve, cerca de mil funcionários para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal. “A maior das alegações, no entanto, diz respeito a fatos datados em 2015 e 2016, quando o prefeito atual nem sequer exercia o cargo”, explicou.

Aécio Farias ressaltou que confia na mudança de entendimento do TCE. “Acreditamos que o tribunal vai rever o posicionamento após os esclarecimentos da prefeitura”, pontuou. A reportagem está em contato com a assessoria de Expedito Pereira. Com informações do Polêmica Paraíba.