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O Ministério Público Federal (MPF) adotou uma estratégia diferente, nas investigações que realiza há meses nos negócios do BNDES. Em vez de concentrar todas as iniciativas em um único magistrado, como na Operação Lava Jato (coordenada pelo juiz Sérgio Moro, titular da Vara Federal de Curitiba), desta vez o MPF diluiu os seus mais de 60 pedidos de prisão, no caso do BNDES, entre cinco juízes federais.

Os negócios do BNDES passaram por pente fino: o MPF examinou cada contrato, os detalhes e a procedência de dezenas de denúncias.

O Tribunal de Contas da União não consegue examinar os contratos do BNDES. Alegam “sigilo bancário” para mantê-los secretos.

Ainda não é investigada a denúncia de que Lula teria obtido obras para a Odebrecht no exterior oferecendo financiamento barato do BNDES.

A oposição já tentou este ano abrir a “caixa preta” do BNDES propondo CPI no Senado, mas a maioria governista inviabilizou a investigação. 

Com Diário do Poder