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Pelo que leio sobre o ministro Aguinaldo Ribeiro na mídia nacional sua situação não anda boa nesse apagar das luzes da passagem pelo Ministério das Cidades. Como dizem lá em Cacimba de Dentro, tá de vaca desconhecer bezerro.

O colunista da Veja, Lauro Jardim relata o seguinte; 

“Torpedeado pelo chororô de seus correligionários, Eduardo Cunha segue sua cruzada para conseguir a liberação das emendas encaminhadas pelos parlamentares do PMDB ao Ministério das Cidades.

Cunha tem evitado esticar a corda publicamente contra o ministro Aguinaldo Ribeiro, mas amanhã tentará resolver a pendenga por cima: vai ao Palácio do Planalto pedir uma audiência com Gleisi Hoffmann, com quem tem tratado do problema por telefone nos últimos dias.

Aliás, Henrique Eduardo Alves, de férias no interior do Rio Grande do Norte, vem acompanhando a novela à distância e não descarta trocar a sunga pelo terno e também desembarcar em Brasília para pedir providências ao governo. Henrique Alves aguardará as notícias da reunião entre Cunha e Gleisi para decidir se interromperá a temporada na praia.”

Mas, os dias de falta de glória de Aguinaldo não param por aí, pois dentro do próprio PT tem gente bufando com ele. Agora os ataques contra o ministro paraibano veem do PT, o deputado federal Nelson Pelegrino, do PT baiano, prometeu fazer requerimento à Comissão de Orçamento da Câmara questionando o motivo de, segundo ele, o Ministério das Cidades ter deixado de liberar emendas de parlamentares petistas.

Segundo o presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara, deputado Nelson Pelegrino. “Trata-se de puro descaso ou de uma manobra da pasta”, diz Pelegrino em nota publicada na coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, na edição de ontem (6).

Veja o que saiu hoje na coluna de Cláudio Humberto no portal Diário do Poder, e em dezenas de jornais pelo Brasil, sobre o quase ex-ministro Aguinaldo:

“Inicialmente cotado para permanecer no governo até março, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), pode ser um dos primeiros a deixar o cargo na reforma ministerial, que deve acontecer a partir do próximo dia 15 de janeiro. A presidente Dilma não quer pagar o pato do ministro, que virou alvo do PMDB após deixar de empenhar emendas de 18 parlamentares da bancada, totalizando R$ 18 milhões”

Pois é e nem vou falar da insatisfação aqui na Paraíba dentro da própria base de Aguinaldo, que destinou muito pouco em emendas para municípios grandes e até nada para os pequenos que esperavam muito dele.

Pense numa reeleição cara a de Aguinaldo. Todo mundo botando a faca no pescoço na certeza de que tá nadando em dinheiro.