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Sua perda.
Minha dor.
Nossa saudade.
Podem ter custado 1 dólar.
E pode – agora – custar o governo Bolsonaro.
As denúncias de cobrança de propina para a compra de vacinas que salvariam as vidas de mais de meio milhão de brasileiros colocam em xeque a integridade do governo.
Depois das suspeitas levantadas nas negociações da vacina indiana Covaxin, denunciadas pelo servidor de carreira do Ministério da Saúde, Luiz Ricardo Miranda, representantes da empresa Davati Medical Supply acusam o governo Bolsonaro de cobrar propina nas negociações para aquisição da AstraZeneca.
Emails trocados entre empresários e o Ministério da Saúde comprovam que a negociação de fato existiu.
A propina seria de um dólar por cada dose cobrada.
Enquanto as tratativas com laboratórios sérios eram ignoradas, as transações que envolviam negociatas andaram céleres.
O que nos permite entender que não era verdade que o governo Bolsonaro não acreditava em vacinas.
E sim que estava esperando o esquema certo para faturar em cima da morte dos brasileiros.
Os irmãos Miranda dizem que avisaram o presidente das tramóias.
Mas ele nada fez para impedir os esquemas.
Pelo contrário: teria autorizado pessoalmente as negociatas.
Ninguém – nenhuma justiça – reparará as nossas perdas.
Mas essa bomba de milhões de megawatts que explodiu no Planalto precisa ser desativada.
E os culpados pelo mais grave, abjeto e desumano esquema de corrupção jamais visto na história da República sejam rigorosamente punidos.

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