Cada vice tem suas qualidades para somar e fazer a diferença. Não são as estrelas principais do tabuleiro de xadrez político, mas são o que no humor se convencionou chamar de “escadas”, aquele papel que Dedé Santana desempenhou para fazer Renato Aragão brilhar em Os trapalhões.
Dentro dessa lógica, Galego da Gavel é uma escada rolante ou talvez, quem saiba, um guincho que catapultou Verissinho de volta ao poder em Pombal, apesar de não ser a estrela principal e não ter votos.
Vi Galego bancar quase só a campanha de Mayenne e lutar para vencer a eleição de 2012, quando Polyana quase foi defenestrada, apesar de ter três máquinas a favor de si, a Prefeitura, o Governo do Estado e o Governo Federal.
Mayenne perdeu por apenas 153 votos e só não se elegeu por culpa do marido, Verissinho, que depois percebi que não queria mesmo vencer com a esposa, que era para o cunhado, Marcos Bandeira, não mandar e ele poder disputar a próxima eleição e voltar à Prefeitura, o que realmente aconteceu.






