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Enquanto servidores da saúde de CG denunciam atrasos e condições de trabalho precárias, diretor da UPA ganha quase R$ 15 mil/ mês

6 de fevereiro de 2018
em Paraíba, Política
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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Dezenas de servidores da saúde de Campina Grande, que terão suas identidades preservadas, procuraram o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste e da Borborema (Sintab) para denunciar atraso no pagamento da Gratificação por Incentivo ao Trabalho (GIT) e na recarga do vale-transporte; condições de trabalho precárias; não pagamento do adicional de insalubridade e para revelar que Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto Branco está funcionando graças a doações, já que falta investimento da Prefeitura Municipal. Enquanto isso o diretor da UPA porte III da Avenida Manoel Tavares, em Campina, Amaro Jorge Pinto Neto, ganha quase R$ 15 mil mensais.

Segundo o Sagres, o diretor da UPA porte III da Avenida Manoel Tavares, em Campina Grande, Amaro Jorge Pinto Neto, ganhou em dezembro de 2017 quase R$ 14.398,84 mensais. De acordo com o vice-presidente do Sintab, Giovanni Freire, com relação a GIT, os trabalhadores ainda não receberam o benefício referente aos meses de julho e outubro de 2016 e dezembro do ano passado. Outra denúncia é sobre o atraso recorrente na recarga do vale-transporte, embora haja sempre o desconto mensal nos contracheques dos profissionais. “Este atraso se repete quase sempre, prejudicando o deslocamento dos servidores até os locais de trabalho. Há também o caso daqueles que não estão recebendo o adicional de insalubridade. A comissão de insalubridade encaminhou para a Administração para que ela fosse paga, mas o benefício não está sendo implementado”, acrescentou.

Sobre as condições de trabalho, conforme Giovanni, as revelações apontam que falta até cadeira e ar-condicionado, que não existe em alguns setores, mas sobra em outros, como na sala da direção, que possui dois equipamentos, enquanto espaços maiores não têm nenhum. “A situação é absurda, sobretudo porque segundo os relatos, a UPA está funcionando mais por doações do que por investimento da gestão municipal. Vamos enviar ofício para a Secretaria de Saúde informando sobre as denúncias e os servidores irão participar da assembleia geral no próximo dia 22, que deverá discutir vários encaminhamentos para enfrentarmos esta situação”, reforçou o vice-presidente.

 

 

 

 

Redação

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