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Empresário diz que Garotinho cobrava 10% dos contratos na prefeitura de Campos

24 de novembro de 2017
em Brasil
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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O empresário José Gomes Ribeiro de Castro afirmou, em depoimento à Polícia Federal (PF), que era obrigado a devolver 10% de todos os pagamentos que recebia da prefeitura de Campos, durante a gestão de Rosinha Garotinho, para o grupo do ex-governador Anthony Garotinho. O dinheiro, segundo ele, era entregue em espécie ao policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro da Silva, conhecido como Toninho, apontado pela PF e pelo Ministério Público Eleitoral como operador e braço armado de Garotinho.

Segundo o empresário, havia também na prefeitura um esquema de direcionamento de licitações. Ele afirma que, após a publicação dos editais, Garotinho determinava qual empresa deveria executar a obra, por ser o “prefeito de fato da cidade”. As construtoras, então, se reuniam na sede do sindicato para definir quem iria “dar cobertura” à proposta vencedora.

“Que era claro para todos os empresários e para a diretoria do sindicato que o direcionamento das obras, bem como a partilha delas na lista de espera, era de conhecimento e ordem de Anthony Garotinho, ex-secretário municipal de Governo”, disse Castro, citando o mecanismo que abastecia o caixa direcionado para as campanhas eleitorais de Garotinho, Rosinha e aliados. “Que esclarece que todas as vezes em que recebia pagamentos por obras executadas para a prefeitura era instado a devolver 10% do valor recebido. Que esse dinheiro era sempre entregue a um indivíduo conhecido como Toninho”.

Sócio da Conan Construções, o empresário citou como exemplo a construção de uma quadra poliesportiva em uma escola municipal, em 2012. O contrato, segundo o Diário Oficial do município, era de R$ 502 mil.

Garotinho e Rosinha foram presos, na quarta-feira, acusados de integrarem uma organização criminosa que arrecadava recursos ilícitos para campanhas. Em nota, eles negaram “veementemente que as acusações sejam verdadeiras” e atribuíram as prisões à “perseguição que vêm sofrendo” desde as denúncias que fizeram contra o ex-governador Sérgio Cabral.

 

 

Fonte: O Globo

 

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