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Dinheiro atribuído a Geddel em ‘bunker’ já passa de R$ 33 milhões

5 de setembro de 2017
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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A Polícia Federal já contabilizou mais de R$ 33 milhões nas malas apreendidas em um apartamento que seria utilizado como “bunker” pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), em Salvador.

A contagem, porém, ainda não havia terminado por volta das 18h. A expectativa da polícia é de que o pessoal envolvido no trabalho teria de passar a noite para contar as notas.

A PF diz que é a maior apreensão de dinheiro em espécie da história.

A operação, batizada de Tesouro Perdido, foi deflagrada na manhã desta terça (05) e é desdobramento de outra investigação, sobre fraudes em liberações de empréstimos na Caixa, a Cui Bono.

Ex-ministro de Michel Temer, Geddel cumpre prisão domiciliar. Ele foi preso no dia 3 de julho, mas conseguiu um habeas corpus para cumprir a medida restritiva em sua residência, na capital baiana.

Os valores apreendidos serão depositados em conta judicial.

CUI BONO

A operação apura a atuação de Geddel e outras pessoas na manipulação de créditos e recursos realizada em duas áreas da Caixa Econômica Federal.

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e o corretor de valores Lúcio Funaro são também alvos da investigação, que começou no ano passado.

Geddel é acusado de ter recebido R$ 20 milhões de propina em troca de aprovação de empréstimos no banco ou de liberação de créditos do FI-FGTS para beneficiar empresas.

Na decisão judicial que autorizou a busca e apreensão no apartamento em Salvador, o juiz Vallisney Oliveira cita que o “bunker” pertence a uma pessoa de nome Silvio Silveira, que teria cedido tal imóvel para que o ex-ministro de Michel Temer pudesse guardar caixas com documentos.

“Ademais, conforme consignado nas informações policiais, foram realizadas pesquisas de campo com moradores do prédio, confirmando a notícia de que uma pessoa teria feito uso do aludido imóvel para guardar ‘pertences do pai’, tratando-se provavelmente de Geddel, cujo pai faleceu em 10 de janeiro de 2016”, afirma o juiz no mandado.

Procurada, a defesa do ex-ministro ainda não se manifestou.

 

 

Folha de SP

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