• Sobre
  • Contato
09/07/2026
Blog do Dércio
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Blog do Dércio
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Início Notícias

CORPORATIVISMO: Sem julgamento, ações contra juízes prescrevem e eles provam que estão acima da Lei

22 de novembro de 2011
em Notícias
Tempo de leitura: 4 mins de leitura
A A

Cada vez mais a população percebe que há algo no Poder Judiciário além da suntuosidade de suas instalações e a pose de semideuses dos homens de toga. Teoricamente a última instância antes de Deus, muitos perceberam que o melhor é queimar essa etapa e recorrer direto ao Poder Divino, pois aqui na terra a Justiça vive uma fase nebulosoa.

Tome como exemplo as últimas decisões e a postura subserviente do Tribunal de Justiça, sempre fazendo o que  governador Ricardo Coutinho exije e bate o pé. Esse caso da decretação do fim da greve no Fisco é um exemplo de como o TJ favorece quem está fora da lei e pune quem exige seu cumprimento.

Conhecem situação mais exdrúxula e flagrante subserviência?

Com ligações perigosas com o Poder Ececutivo, de onde vem o duodécimo que garante o custeio, não há equidistância para julgar com isenção e o critério político fala mais alto, pois a maioria dos desembargadores devem favores ao gestor por manter apadrinhados e familiares à sombra dessa ávore frondosa chamada cofre público.

É uma vergonha, mas pior ainda é o cooporativismo que impede que desvios de condulta dentro do Judiciário sejam punidos e processos contra magistrado se empilham nos arquivos mortos da vida. 

O processo administrativo aberto contra um magistrado do Maranhão por trabalho escravo está parado desde 2007. Em Minas, uma representação contra um juiz, suspeito de morosidade, arrasta-se desde 2005. No Tribunal de Justiça do Amazonas, 10% dos processos foram abertos há pelo menos quatro anos. Aqui na Paraíba magistrado que ousar incomodar o governador é perseguido, mas o que comprovadamente usar o cargo para conseguir vantagens para familiares é protegido e se viver alguma investigação o processo dorme em berço esplêndido até a incineração

Esses casos podem estar prescritos e mostram como funcionam as corregedorias de alguns tribunais. Órgãos que deveriam processar e punir juízes acusados de irregularidades retardam as investigações e contribuem para a impunidade.

Quando decidiu divulgar que as corregedorias locais têm 1.085 investigações contra magistrados em andamento, o presidente do Conselho Nacional de Justiça, Cezar Peluso, queria mostrar que os tribunais de Justiça fazem seu papel e que a Corregedoria Nacional de Justiça, comandada pela ministra Eliana Calmon, não precisaria intervir com frequência para coibir irregularidades.

Mas uma radiografia nos números mostrou que a intervenção da corregedoria nos tribunais, em muitos casos, tem razão de ser. Como são leves as punições administrativas para magistrados, o prazo de prescrição é curto – de seis meses a cinco anos.

A demora no julgamento desses processos, portanto, beneficia juízes responsáveis por diversas irregularidades, como morosidade e parcialidade no julgamento dos processos, passando por emissão seguida de cheques sem fundo, denúncias de trabalho escravo e atropelamento.

Por isso, Eliana Calmon pediu que as corregedorias expliquem por que há casos abertos antes de 2009 e que ainda não foram julgados. E, a depender do andamento desses casos, a corregedora pode avocar esses processos e julgá-los diretamente no CNJ.

Conflito. A divulgação dos números pelo CNJ serviria para mostrar que as corregedorias dos TJs são diligentes e punem magistrados que cometem irregularidades. Entretanto, os dados acabaram por dar subsídios à intervenção da corregedoria.

“Os números confirmam a veracidade das críticas que fiz, pois, além de revelar a existência de grande número de investigações e processos, mostram que em muitos casos a inoperância da corregedoria local ou do desembargador responsável pelo processo acarreta grande número de prescrições e consequente impunidade”, afirma a ministra.

Veja também:
linkPeluso veta divulgação de iniciais de juízes e desembargadores processados
linkEDITORIAL: Os juízes e o papel do CNJ
linkPeluso divulga lista de processos administrativos contra juízes
linkRELEMBRE: Fala de corregedora sobre ‘bandido de toga’ abriu crise no CNJ

CompartilharTweetarEnviarCompartilharLerEnviar
Matéria Anterior

A exemplo do Ficha Limpa, movimento “Reforma Política Já” ganha força nas redes sociais

Próxima Matéria

Alexandre Almeida revela que setor privado faz papel do governo no combate aos assaltos a postos em Campina

Matérias Relacionadas

Cícero defende novo modelo de parceria do Governo do Estado com Campina Grande
Notícias

Cícero defende novo modelo de parceria do Governo do Estado com Campina Grande

4 de julho de 2026
Sebrae inaugura primeiro Hub de Inovação na próxima segunda-feira (6) em João Pessoa
Destaque

Sebrae inaugura primeiro Hub de Inovação na próxima segunda-feira (6) em João Pessoa

4 de julho de 2026
Veneziano é recebido por prefeitos e lideranças e participa de eventos em Bonito de Santa Fé, Conceição e Piancó
Brasil

Veneziano é recebido por prefeitos e lideranças e participa de eventos em Bonito de Santa Fé, Conceição e Piancó

12 de junho de 2026
Próxima Matéria

Alexandre Almeida revela que setor privado faz papel do governo no combate aos assaltos a postos em Campina

  • Sobre
  • Contato

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio