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‘O Globo’: aliado de RC articula rompimento com Dilma Rousseff para se candidatar a presidente em 2014

9 de fevereiro de 2013
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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O governador e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, deve anunciar até o fim do ano o rompimento de seu partido com a presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Campos tem pretensão de disputar a presidência em 2014

Se optar mesmo pela candidatura a presidente em 2014, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, deve entregar os cargos no governo da presidente Dilma Rousseff no final deste ano.

Essa foi umas das mensagens que passou a integrantes do partido recentemente no sentido de planejar sua pré-campanha presidencial. Outro aspecto importante nesse sentido foi o mapeamento dos palanques estaduais. No desenho atual, são pelo menos 12 candidaturas próprias (Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins). Nos Estados em que as candidaturas não se viabilizarem, o partido negociará com os aliados.

O PSB também trabalha para atrair lideranças de outros partidos ainda neste ano. Há conversas avançadas com o prefeito de Manaus, Omar Aziz (PSD); de Campo Grande, Nelsinho Trad; o governador de Tocantins, Siqueira Campos (PSDB); e os deputados federais Fabio Trad (PMDB-MS) e Eduardo Gomes (PSDB-TO). O aliado considerado garantido é o PDT, mas outros partidos médios, como PTB e PV, e outros menores, devem ser atraídos.

A meta é ter cinco dos 20 minutos do programa de televisão. Há, inclusive, a perspectiva de ampliar a bancada ainda neste ano, mais especificamente em setembro, último mês para que as trocas partidárias sejam feitas. O discurso de Campos para 2014 também vem sendo preparado. Vai focar a gestão e a ética.

A ideia é passar a mensagem de que seu grupo não aceita práticas políticas antigas e atrasadas, imagem que, na avaliação do partido, ficou reforçada quando o PSB não apoiou nem Renan Calheiros (PMDB-AL) nem Henrique Alves (PMDB-RN) na sucessão da Câmara e do Senado.

Essa imagem vai ser explorada no programa partidário que deve ir ao ar em abril, totalmente focado em Eduardo Campos. O PSB também discute a troca do marqueteiro oficial do governador, Edson Barbosa, dono da agência Link, cuja rejeição no círculo de Campos tem aumentado.

O Globo

 

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