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Justiça finalmente reconhece que jornalista Vladimir Herzog foi assassinado pelo Exército

16 de março de 2013
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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Família de Herzog recebe nova certidão de óbito A nova certidão de óbito de Vladimir Herzog foi repassada nesta sexta-feira (15), pelas mãos da advogada Rosa Cardoso, da Comissão Nacional da Verdade, à esposa do jornalista, Clarice, e aos filhos do casal, Ivo e André. No documento, consta agora a causa da morte como “tortura e maus-tratos”.

Vlado, como era conhecido o imigrante húngaro, dirigia o departamento de jornalismo da TV Cultura, de São Paulo, quando foi convocado ao Departamento de Operações de Informações e Centro de Operações de Defesa Interna (Doi-Codi), para esclarecer sua ligação ao Partido Comunista Brasileiro. Ele se apresentou ao local em 25 de outubro de 1975, onde acabou sendo preso, torturado e morto.

O Exército alegou, no entanto, que o jornalista cometera suicídio. A certidão de óbito apresentou como causa da morte “asfixia mecânica”. Uma foto foi divulgada, onde o jornalista aparece enforcado com um cinto, em sua cela. Sabe-se hoje que a cena foi montada após a morte de Herzog.

O filho de Herzog, Ivo, que dirige o instituto que leva o nome do pai, comemorou a decisão. “É uma grande conquista para a nossa família, e gera precedentes para outras famílias que sofrem a mesma tortura, de não terem um atestado de óbito verdadeiro para os seus entes queridos”, afirmou.

Na mesma cerimônia, ocorrida no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, foi feito um um pedido oficial de desculpas e concedida anistia política a Alexandre Vannuchi Leme, estudante de geologia da instituição, morto após tortura há exatos 40 anos, em 16 de março de 1973, também no Doi-Codi da capital paulista.

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