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Nilda Gondim denuncia prejuízos da terceirização imposta por Romero Rodrigues

10 de abril de 2013
em Notícias
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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Em pronunciamento na Câmara dos Deputados, em Brasília, a deputada federal Nilda Gondim (PMDB-PB) denunciou o desmantelamento administrativo que vem sendo imposto ao município de Campina Grande pelo atual prefeito Romero Rodrigues (PSDB). “Em menos de quatro meses, ele está conseguindo desmontar toda a estrutura construída ao longo de oito anos pelo ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), que conseguiu oferecer à população campinense uma situação de bem-estar, de resgate da cidadania e de desenvolvimento econômico e social”, ressaltou.

Em razão do projeto de desconstrução administrativa proporcionado pelo prefeito Romero, Campina Grande, segundo enfatizou a deputada, “assiste (perplexa e impotente) a implantação de um projeto de desmantelamento administrativo (se é que se pode chamar o mandato do senhor Romero Rodrigues de administração) que ganhou mais um reforço às avessas no último dia 04 de abril”. “Naquele dia – continuou Nilda Gondim -, o prefeito empurrou ‘goela abaixo’ da população, por meio de uma ‘aprovação’ polêmica e questionada da Câmara de Vereadores, um ‘programa’ que tira da Prefeitura Municipal a responsabilidade de administrar os serviços essenciais constitucionalmente garantidos à sociedade”.

O questionado programa de gestão pactuada, conforme observou, só serve para aumentar os custos de responsabilidade dos cofres municipais porque prevê parcerias da prefeitura com entidades não governamentais (as chamadas organizações sociais – O.S.), passando para estas a “gestão” de ações estratégicas e essenciais à população, tais como Educação, Saúde, Cultura, Trabalho, Cidadania, Urbanismo, Habitação, Saneamento, Gestão Ambiental, Ciência e Tecnologia, Agricultura e Organização Agrária, Indústria e Comércio, Comunicações e Transportes, Desportos e Lazer e Previdência.

Implantado em nível estadual, esse modelo, de acordo com a deputada, vem enfrentando várias ações de investigação, sob a acusação de terem caráter ilegal. “Na prática, já se comprova que a sua anunciada ‘eficácia’ não passa de uma ilação fantasiosa. Basta observar o resultado do Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, de João Pessoa. Desde que passou a ser administrado pela ‘O.S.’ denominada de ‘Cruz Vermelha’ (e fique claro que não estamos falando aqui da boa e velha Cruz Vermelha de guerra), o hospital pessoense deixou de ser referência em atendimento de excelente qualidade para se transformar num depósito de doentes totalmente desassistidos”, comentou.

Nilda Gondim afirmou que com esta privatização da administração pública de Campina Grande imposta pelo prefeito Romero Rodrigues, o município com certeza vai retroceder imensamente na sua missão de bem servir à sociedade. E assim como no Hospital de Trauma de João Pessoa, o caos administrativo deverá atingir “em cheio” importantes equipamentos de saúde como o Instituto Elpídio de Almeida (ISEA), que na gestão do ex-prefeito Veneziano ganhou conceito A, tornando-se uma maternidade referência; a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o Hospital da Criança e do Adolescente e o Hospital Dom Pedro I.

“Nesse processo de privatização administrativa da cidade, um dos segmentos a ser profundamente penalizado é o funcionalismo municipal, que depois de ter sido amplamente valorizado pela gestão do ex-prefeito Veneziano, agora passa a viver de incertezas e sob as ordens de instituições interessadas tão somente nos ganhos financeiros que o atual prefeito Romero se esforça para lhes proporcionar”, acrescentou.

A deputada peemedebista concluiu o pronunciamento afirmando que “implanta-se em Campina Grande um verdadeiro processo de privatização da administração municipal que se constituirá em prejuízos irreparáveis à sociedade, que além de pagar, com os seus impostos, pelo funcionamento da máquina administrativa municipal, ainda terá que bancar a sede por lucros financeiros das referidas ONG’s. Afinal de contas, ninguém vai se prestar a administrar uma cidade de graça”. “Creio que o caráter ‘social’ destas ‘Organizações Sociais’ que tanto ‘encantam’ o prefeito de Campina Grande não é tão social assim, e jamais margeariam a filantropia, como pretendem afirmar esses senhores”, ironizou.

 

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