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Por corrupção ou incompetência, gestão Romero gera débito de 40 milhões na Saúde e fornecedores cortam medicamentos

3 de março de 2016
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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O porta www.jornaldeverdade.com.br traz uma denúncia contra a gestão Romero Rodrigues que merece uma lupa do Ministério Público e pode esconder nas entrelinhas uma esquema pesado de corrupção ou, na pior das hipóteses, má gestão e incompetência mesmo.

Não gosto de ficar repercutindo denúncias de outros sites, mas como esse portal é do radialista Juarez Amaral boto a mão no fogo pela procedência e credibilidade da fonte.

Veja a denúncia:

Três anos e dois meses após assumir a prefeitura municipal de Campina Grande, o prefeito Romero Rodrigues (PSDB), vem ano, após ano causando dividas ao município. Segundo o que aponta o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB) através do seu sistema de acompanhamento online (Sagres) a Prefeitura de Campina somente no ano de 2015 de janeiro a novembro gerou débitos para Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que supera a casa dos R$ 40 milhões. Tais débitos segundo o TCE, já geram a falta três essenciais medicamentos para o Instituto Elpidio de Almeida (ISEA) em Campina que já registrou somente em janeiro deste ano 17 óbitos de recém-nascidos (RNS).

Quando se pesquisa no Sagres o nome medicamentos aparece todas as empresas que têm em sua razão social o nome medicamentos como fornecedora da SMS. O período do débito tanto de medicamento (10 milhões), como o da secretaria no geral (30 milhões) é de 01/15 a 11/15. O Sagres não consta ainda o mês de dezembro/15.

Tal montante de débitos prejudica a distribuição de remédios, tendo em vista que os fornecedores não recebendo o que lhes é devido no ano anterior, paralisaram o fornecimento para o inicio deste ano de 2016. Segundo os dados do TCE, bem como de médicos do Instituto já falta no estoque o medicamento Survana (que serve para amadurecer os pulmões dos recém-nascidos), bem como do Betametazona e Corticoide (que gestantes usam durante os partos).

No mesmo período de janeiro a novembro de 2015, o prefeito tucano gastou com apadrinhados políticos (Comissionados e contratados por excepcional interesse público), ambos sem concursos a bagatela de R$ 42,691.484,08. Ou seja, quase a mesma quantia que impôs de débito a prefeitura. Os dados podem ser averiguados facilmente no site (https://goo.gl/DvbHhD).

Com portal Jornal de Verdade

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