• Sobre
  • Contato
18/03/2026
Blog do Dércio
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Blog do Dércio
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Início Notícias

Advogado deixa a defesa do ex-deputado Eduardo Cunha

18 de maio de 2017
em Notícias
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
A A

O advogado Marlus Arns deixou nesta quinta-feira (18) a defesa do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) . O criminalista é especializado em acordos de delação premiada e atuava na defesa do ex-deputado desde outubro do ano passado. Cunha é citado na delação de Joesley Batista, da JBS, como destinatário de mesada, com aval de Michel Temer, revelação que mergulhou o presidente numa crise sem precedentes.

Na Lava-Jato, Arns atuou na costura dos primeiros acordos de delação premiada de empreiteiros enrolados no petrolão. Arns tem equipe sediada em Curitiba e trabalhou também nas tentativas – frustradas – dos acordos de colaboração do ex-diretor da Petrobras Renato Duque e do publicitário Ricardo Hoffmann, ligado ao deputado cassado André Vargas.

O ex-deputado Eduardo Cunha, do PMDB, está preso desde setembro, quando foi levado pela força tarefa da Lava Jato a Curitiba. Ele, agora, se mostra peça central no caso da JBS -que jogou o presidente Michel Temer no meio da crise.

Condenado

O ex-deputado Eduardo Cunha foi condenado pelo juiz federal Sergio Moro, responsável pelas ações da Operação Lava Jato na primeira instância, em Curitiba, a quinze e quatro meses de prisão pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fraudulenta de divisas. O processo se refere ao pagamento de propina milionária que envolveu a compra do campo petrolífero de Benin, na África, pela Petrobras, em 2011.

Na decisão, o juiz titular da 13ª Vara Federal do Paraná escreveu que Eduardo Cunha “traiu o seu mandato parlamentar” e que a sua culpabilidade é “elevada”. “A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”, escreveu o magistrado.

Fonte:Veja.com

 

CompartilharTweetarEnviarCompartilharLerEnviar
Matéria Anterior

Quinta-feira negra: perda de 219 bilhões na bolsa

Próxima Matéria

OUÇA a conversa entre Joesley Batista e o presidente Michel Temer

Matérias Relacionadas

ALPB aprova projeto que institui a Política de Apadrinhamento Afetivo para crianças e adolescentes
Legislativo

ALPB aprova projeto que institui a Política de Apadrinhamento Afetivo para crianças e adolescentes

17 de março de 2026
Casa da Merenda de Bayeux recebe toneladas de alimentos e prefeita atesta qualidade dos produtos

Casa da Merenda de Bayeux recebe toneladas de alimentos e prefeita atesta qualidade dos produtos

17 de março de 2026
Bruno Cunha Lima anuncia lançamento da programação do São João 2026 em CG para 31 de março
Paraíba

Bruno Cunha Lima anuncia lançamento da programação do São João 2026 em CG para 31 de março

17 de março de 2026
Próxima Matéria

OUÇA a conversa entre Joesley Batista e o presidente Michel Temer

  • Sobre
  • Contato

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Brasil
  • Mundo
  • Notícias
  • Opinião Polêmica
  • Paraíba
  • Podcast’s
  • Arquivo

© 2023 Todos os direitos reservados ao Blog do Dércio