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“A gravidade do delito justifica a prisão”, explica juiz que mandou prender Berg Lima

6 de julho de 2017
em Notícias
Tempo de leitura: 3 mins de leitura
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O juiz Aluízio Bezerra, que decretou a prisão preventiva do prefeito de Bayeux, Berg Lima, disse em sua decisão que “a materialidade delitiva está amplamente demonstrada através de robusto conjunto probatório”, a exemplo dos extratos de conversas travadas via aplicativo WhatsApp; extratos bancários indicando as transferências dos valores a partir dos quais foram feitos os saques das quantias entregues ao prefeito; cópias das cédulas que foram previamente escaneadas e posteriormente apreendidas em poder do gestor; além das filmagens de toda a prisão, realizada no dia 5 de julho.

“Trata-se de situação limítrofe, onde as provas dos autos indicam que o prefeito do Município de Bayeux, Berg Lima, no exercício de seu cargo e em função dele, utilizava-se de posto de chefe do executivo municipal para, valendo-se da condição de ordenador de despesas, exigir ele mesmo, sem a utilização de interposta pessoa, o pagamento, para si, de quantias como contrapartida para a quitação de parcelas de uma dívida existente entre o Município e a empresa mencionada”, destacou o magistrado, observando que “a gravidade concreta do delito justifica a decretação da custódia preventiva”, escreveu o magistrado.

Ele determinou o afastamento cautelar de Berg Lima do cargo de prefeito até que persistam os motivos da prisão. Também foi deferido o pedido de busca e apreensão na sede da Prefeitura e na residência do acusado.

Constam nos autos que a prisão em flagrante delito do prefeito ocorreu em razão dele, no exercício de suas funções, ter exigido e efetivamente recebido quantia da Empresa Sal & Pedra Restaurante Receptivo, através do proprietário da empresa, João Paulino de Assis.

A quantia teria sido paga em três ocasiões distintas, nos meses de abril, junho e julho, nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente, totalizando R$ 11,5 mil. Os valores foram entregues pessoalmente ao gestor municipal, como condição para que a Prefeitura pagasse parte da dívida que tinha para com a empresa. Berg Lima foi preso quando recebia a última parcela.

O juiz Aluízio Bezerra, que decretou a prisão preventiva do prefeito de Bayeux, Berg Lima, disse em sua decisão que “a materialidade delitiva está amplamente demonstrada através de robusto conjunto probatório”, a exemplo dos extratos de conversas travadas via aplicativo WhatsApp; extratos bancários indicando as transferências dos valores a partir dos quais foram feitos os saques das quantias entregues ao prefeito; cópias das cédulas que foram previamente escaneadas e posteriormente apreendidas em poder do gestor; além das filmagens de toda a prisão, realizada no dia 5 de julho. “Trata-se de situação limítrofe, onde as provas dos autos indicam que o prefeito do Município de Bayeux, Berg Lima, no exercício de seu cargo e em função dele, utilizava-se de posto de chefe do executivo municipal para, valendo-se da condição de ordenador de despesas, exigir ele mesmo, sem a utilização de interposta pessoa, o pagamento, para si, de quantias como contrapartida para a quitação de parcelas de uma dívida existente entre o Município e a empresa mencionada”, destacou o magistrado, observando que “a gravidade concreta do delito justifica a decretação da custódia preventiva”, escreveu o magistrado. Ele determinou o afastamento cautelar de Berg Lima do cargo de prefeito até que persistam os motivos da prisão. Também foi deferido o pedido de busca e apreensão na sede da Prefeitura e na residência do acusado. Constam nos autos que a prisão em flagrante delito do prefeito ocorreu em razão dele, no exercício de suas funções, ter exigido e efetivamente recebido quantia da Empresa Sal & Pedra Restaurante Receptivo, através do proprietário da empresa, João Paulino de Assis. A quantia teria sido paga em três ocasiões distintas, nos meses de abril, junho e julho, nos valores de R$ 5 mil, R$ 3 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente, totalizando R$ 11,5 mil. Os valores foram entregues pessoalmente ao gestor municipal, como condição para que a Prefeitura pagasse parte da dívida que tinha para com a empresa. Berg Lima foi preso quando recebia a última parcela.

 

 

Fonte: OsGuedes

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