A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recorreu, nesta quinta-feira (22), ao ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para que a Corte coordene a divulgação dos sigilos bancários, fiscais e telefônicos de Lula e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos à Presidência no segundo turno.
O pedido foi apresentado após Mendonça decidir que não cabe à Justiça Eleitoral mediar a divulgação dos dados, que podem ser tornados públicos voluntariamente pelos próprios candidatos. A equipe de Lula argumenta que a participação do tribunal é necessária para garantir a autenticidade, a integralidade e a divulgação simultânea das informações.
O acordo firmado entre as campanhas prevê a abertura dos sigilos dos dois candidatos, além de familiares, assessores e empresas relacionadas a eles. A campanha petista afirma ter entregado as autorizações e os documentos solicitados, cobrando reciprocidade do adversário.
A disputa começou durante o debate da Band, no domingo (18), quando Lula desafiou Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos. O tema ganhou novos contornos após as campanhas apresentarem exigências mútuas e divergirem sobre os termos da divulga




