Uma jovem escritora escreve um livro chamado de “A mudança” e rapidamente pauta a sociedade norte americana com alternativas ao sistema democrático.
O conceito se alastra e um novo modelo passa a ser aceito como moderno e correto, mas logo aqueles que discordam começam a ser perseguidos, presos e sumirem, na mesma lógica de porões, aeroportos ou cemitérios que toda ditadura oferece.
Não é normal que células nazifascistas estejam se multiplicando pelo Brasil, como reflexo da ascenção da figura da serpente pondo seus ovos em todo o planeta.
É uma coisa incompreensível que pobres de jó defendam pautas que só interessam às elites e ainda se gabem da própria desgraça iminente.
O fascismo cega, reprograma e modula mentes. Barrar quem defende a supremacia branca, o sul contra o nordeste e a capitulação de nossa soberania aos interesses dos EUA é a missão que se coloca para os heróis da resistência, àqueles que representam a última linha de defesa antes da barbárie.
Virar o jogo, derrotar Flávio Bolsonaro e manter Lula na linha de frente mundial é o chamamento que se faz aos que ainda guardam dentro de si um fio de esperança na democracia como remédio ao totalitarismo estribuchante.
Dércio Alcântara




