O Grupo GP emitiu um posicionamento oficial a respeito do recente acidente ocorrido no Residencial Reserve Altiplano I. Na declaração, a construtora manifestou profunda solidariedade à mãe e às crianças atingidas pelo episódio, destacando que segue colaborando ativamente com as autoridades competentes e prestando a assistência necessária às vítimas.
A empresa enfatizou que, desde a entrega do empreendimento há cerca de três anos, sempre atuou em estrita conformidade com as normas técnicas vigentes. Segundo o grupo, todas as obrigações previstas e exigências legais aplicáveis foram rigorosamente cumpridas ao longo do processo de construção e pós-entrega do imóvel.
Diante do ocorrido, a construtora defendeu que o momento atual exige responsabilidade e respeito às famílias envolvidas, rechaçando qualquer conclusão precipitada sobre o caso. A nota reforça que a realização de perícia, procedimentos de manutenção preventiva e uma análise detalhada dos equipamentos são passos indispensáveis para esclarecer os fatos.
Ao final do comunicado, o Grupo GP reiterou seu compromisso com os valores corporativos, afirmando que a segurança se constrói com transparência, responsabilidade e estrita observância aos direitos e deveres de todas as partes. O caso segue sob acompanhamento para a apuração completa das causas técnicas do acidente.
Marca britânica Aston Martin
O desfecho irreversível para a moradora ocorre exatamente no momento em que o grupo Setai ganha manchetes nacionais pelo lançamento do primeiro residencial da marca britânica Aston Martin na América do Sul. O futuro projeto, prometido como um dos mais luxuosos do Brasil e voltado à ultra-elite, levanta agora questionamentos severos sobre a segurança dos equipamentos entregues pela construtora. O fosso entre a promessa de sofisticação internacional e o cenário de horror vivido pela família no Altiplano acendeu um alerta entre consumidores e especialistas do setor.
Documentos revelam que a tragédia era anunciada: o condomínio já movia processos contra a construtora devido a panes constantes nos elevadores, com laudos técnicos recomendando a substituição total das máquinas por vícios de construção. Apesar dos alertas, a empresa mantinha a postura de que a manutenção seria de responsabilidade dos moradores. Agora, a defesa do condomínio busca a responsabilização criminal do grupo, apontando que a negligência técnica transformou um item essencial de conforto em uma armadilha fatal.
Enquanto a vítima aguarda cirurgia de estabilização da coluna em estado de choque, o caso segue sob investigação rigorosa para determinar as causas mecânicas da queda. O site Portal da Capital segue acompanhando o desdobramento jurídico e o estado de saúde da paciente; confira atualizações em www.portaldacapital.com.



