O clima de tensão no Hospital Edson Ramalho se intensificou nesta quarta-feira (11) com a exoneração de mais seis profissionais indicados pelo ex-diretor da Fundação PB Saúde, Doutor Jhony.
As demissões ampliam o cenário de instabilidade na unidade e passaram a gerar insegurança e medo entre servidores e colaboradores.
Entre os cargos exonerados estão o coordenador de transportes, supervisor e médicos que atuavam em funções administrativas e assistenciais dentro da estrutura do hospital. Os desligamentos ocorreram por e-mail e sem explicações técnicas públicas, o que aumentou a apreensão interna.
Nos bastidores, aliados de Doutor Jhony apontam as exonerações como parte de um processo de perseguição política após sua saída do PSB e filiação ao Avante. Segundo esse grupo, mesmo tendo integrado a base do governo, o ex-diretor e seus indicados passaram a ser alvo de um esvaziamento sistemático.
Servidores ouvidos reservadamente relatam um ambiente de medo, com receio de novos desligamentos e impactos diretos no funcionamento do hospital. Até o fechamento desta matéria, o Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Saúde não haviam se manifestado oficialmente sobre os critérios adotados para as exonerações.




