Como pode um candidato que não tem mandato, nem nunca teve, médico cardiologista, ex-ministro de uma pasta importante como o Ministério da Saúde no governo Bolsonaro, conseguir a proeza de ser o mais rejeitado na corrida por uma vaga no Senado?
Alguém pode dizer que ele faliu o hospital do sogro, mas as pessoas que prejudicou lá não tem potencial para uma rejeição de quase 10% do eleitorado, segundo a pesquisa do PbAgora/Anova publicada nesta quarta-feira.
Mais lógico seria atribuir essa rejeição altíssima ao fato de ser conhecido como Marcelo COVID, compartilhando com o ex-presidente Jair Bolsonaro o crédito negativo pelas mais de 700 mil mortes.
O médico Marcelo Queiroga acha que vai repetir o feito do Pastor Sérgio, o mais votado de João Pessoa para o Senado, mas passa longe da leveza carismática do Pastor.
A verdade é que o ex-ministro de Bolsonaro não desperta empatia nem na bolha bolsonarista e não pega bem a hipocrisia de atacar oligarquias e querer montar uma com o filho, também candidato a deputado estadual, esquecendo ainda que a família Bolsonaro é uma oligarquia.
Carregado que só carne de porco, Marcelo Queiroga é mais falso do que uma nota de três reais e o público percebe.
Resultado: é o mais rejeitado.
Dércio Alcântara
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