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Auditoria do TCU quer a devolução de 3,4 bi de fundo do Turismo; entenda

19 de dezembro de 2021
em Destaque, Economia, Recursos
Tempo de leitura: 2 mins de leitura
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Auditoria do TCU quer a devolução de 3,4 bi de fundo do Turismo; entenda

11/03/2010. Crédito: Gustavo Moreno/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. Fachada do prédio do Tribunal de Contas da União - TCU, na Esplanada dos Ministérios.

A secretária de Controle Externo do Desenvolvimento Econômico do Tribunal de Contas da União (TCU), Andreia Rocha Bello de Oliveira, cobrou a devolução de R$ 3,4 bilhões em verbas emergenciais enviadas pelo Ministério do Turismo a bancos públicos para socorrer o setor em meio à pandemia.

O dinheiro deve retornar ao Tesouro para que seja destinado a outros fins mais urgentes. A auditoria recomendou a abertura de uma investigação sobre irregularidades no uso da verba por parte de agentes do ministério e fez uma alerta sobre um projeto de lei que tramita no Senado e, se aprovado, pode normalizar situações tidas, hoje, como irregulares pela fiscalização.

Segundo o relatório da auditoria, o montante de R$ 3,4 bilhões representa “um custo de oportunidade à sociedade brasileira, haja vista que poderiam ser direcionados a demais programas/ações do governo federal adotados para o enfrentamento da emergência de saúde pública”.

A verba questionada pelo TCU corresponde a 68% de um total de R$ 5 bilhões liberados pelo governo federal com a finalidade de evitar falências e recuperações judiciais de empresas da cadeia de turismo em dificuldades em razão da pandemia de covid.

Os recursos foram liberados via Fundo Geral do Turismo (Fungetur) a bancos públicos para financiar empréstimos às empresas. Até a última prestação de contas, em novembro, o governo havia repassado R$ 3,6 bilhões, dos quais só R$ 1,9 bilhão foi convertido em operações de crédito. A auditoria questiona o fato de que, até outubro, R$ 2 bilhões ainda estavam ociosos no caixa dos bancos beneficiados, mesmo após mais de um ano depois da liberação do crédito.

A fiscalização identificou que, dos 24 bancos credenciados até então, cinco não fizeram qualquer financiamento e quatro nem sequer receberam aportes, apesar de terem sido empenhados (reservados no orçamento) R$ 754 milhões para tais instituições. “Treze dessas 24 entidades não lograram escoar mais da metade dos recursos que foram transferidos pelo Fungetur”, diz a auditoria.

 

 

 

 

Redação com informações do Estadão.
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