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“É um governo que só sabe perseguir ainda não disse a que veio. Basta ver a situação da saúde, os problemas na educação e nas estradas estaduais que estão intransitáveis”

O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), afirmou na tarde desta terça-feira (17) que as nova derrotas que o governo do Estado sofreu na Assembleia Legislativa serviram para demostrar a insatisfação de toda a sociedade com a forma arbitrária de governar que o atual Chefe do Executivo estadual quer impor.

O senador peemedebista enfatizou que as três derrotas sofridas pelo governo nas votações desta terça-feira em sessão movimentada na Casa Epitácio Pessoa inclusive com votos de deputados aliados, mostram mais do que nunca de que o governo não anda bem das pernas.

Na sessão movimentada e que impôs uma derrota importante ao governo, os deputados votaram hoje duas Medidas Provisórias que trancaram  a pauta da Assembleia Legislativa há meses. Na votação da emenda do deputado Raniery Paulino (PMDB) que tratava da validade da ficha limpa e do nepotismo, o deputado Wilson Braga surpreendeu e votou com a oposição fazendo com que o governo tivesse a primeira derrota do dia e logo em seguida o ex-governador manteve  o voto com a oposição e MP 184 foi derrubada.

A emenda de Raniery pede a supressão do artigo II da Medida Provisória 184, que segundo ele, revoga todas as demais leis que tratam dos cargos comissionados, inclusive a antinepotismo e a obrigação de ser “ficha limpa” para ocupar cargo público. No total  17 deputados votaram a favor da emenda e 16 contra. O placar se repetiu na votação da MP 184. No entanto a matéria mais importante e que ficará marcada nesta votação é a do subsídio do Fisco quando o governo foi derrotado mais uma vez. O placar nas três votações foram as mesmas 17 a 16.

Para Vital do Rêgo essa sequência de derrotas sofridas pelo governo deveria fazê-lo repensar na forma de conduzir os destinos do Estado. No entendimento do parlamentar o atual governo ainda não disse a que veio e só é obrigado a tomar alguma decisão correta quando é pressionado pela Justiça. O senador citou como exemplo a terceirização da Saúde que a justiça obrigou o governo a suspender. “É um governo que só sabe perseguir ainda não disse a que veio. Basta ver a situação da saúde, os problemas na educação e nas estradas estaduais que estão intransitáveis” lamentou.

ASCOM