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Temo pela vida dessa moça que foi casada com o governador Ricardo Coutinho e que tem sido corajosa ao enfrentá-lo nesse litigioso processo de separação, onde teve que engolir a guarda compartilhada do filho.

Pâmela Bório é muito corajosa e pela audácia de mulher independente e jornalista incisiva pode acabar pagando com a própria vida a ousadia de “discordar do rei”, como ela o chamou numa briga, gavada e vazada de um celular.

Acho que o seu advogado deve pedir garantias de vida e proteção 24 horas, pois dessa mistura de passionalismo e política podemos ter um final trágico.

Claramente o que aconteceu hoje foi uma armação, quando o assessor de imprensa da Cagepa e marido da filha do presidente do PSB trouxe a público com exclusividade um enredo de filme chinfrim. Pâmela teria agredido a babá do filho e ameaçado-a com uma faca.

A satisfação indisfarçável do assessor da Cagepa foi tanta que ele inverteu a versão, pois Pâmela registrou BO relatando justamente o contrário. Ela teria sido agredida pela babá, quando pediu que ela fosse pra casa e ela disse que s[o atendia ao governador., conforme consta no BO.

Mas, que escárnio, a Secom espalhou a versão do site chapa branca ParaibaJá com o indisfarçável interesse de desacreditar Pâmela Bório perante a opinião pública justamente no momento em que ela insinuou uma ligação macabra entre o escândalo Jampa Digital e o assassinato do jovem Bruno Ernesto.

Outra malícia que detectei foi o claro interesse de criar um cenário propício para que o governador requeira a guarda do filho, argumentando desequilíbrio da ex-esposa.

Nós jornalistas, inclusive a API, o Sindicato dos Jornalistas e dos Radialistas, temos a obrigação de a partir de agora acompanharmos o que acontece com nossa colega de batente e denunciarmos solidariamente tudo que tentarem armar contra ela. A vida de Pâmela corre perigo.

Defendo a federalização das investigações do caso Bruno Ernesto e proteção da PF para Pâmela.