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Seguindo a máxima de que quem com ferro fere com ferro será ferido, a lei da causa e efeito atingiu a gestão Romero Rodrigues naquilo que ela mais arremessou no ex-prefeito Veneziano: lixo.

A denúncia do vereador Napoleão Maracajá de que há irregularidades no novo contrato da Prefeitura de Campina com o aterro sanitário é muito grave.

“A informação que nós tivemos neste final de semana é que o aterro de Puxinanã reabriu as portas. Como assim? Se a justificativa para pagar quase R$ 3 milhões para o novo aterro era que o de lá estava fechado. Então são coisas que vai ter que ter Ministério Público mesmo”, disse o vereador.

Para quem não entendeu ainda o que está acontecendo eu vou explicar. Lixo é um bom negócio, ninguém fiscaliza a pesagem e geralmente passa pelos detritos o dinheiro sujo da corrupção.

No caso de Campina, estamos ainda falando em termos de denúncia e que o MP deve apurar para saber se há ou não maracutaia entre a gestão Romero e esses aterros sanitários.

“Essa história do lixo está muito mal contada para o povo de Campina Grande e nós vamos continuar investigando. A sensação que a gente tem é que há muita podridão – não no lixo necessariamente – mas nessas transações que envolvem o lixo de Campina Grande”, disse Napoleão.

A MÁFIA DO LIXO – Outra denúncia que as emissoras não param de receber, e nem sempre repercutem, refere-se a coleta de lixo e muita gente tem reclamado que não há regularidade da empresa licitada e que os caminhões passam quando querem pelos bairros mais pobres.

Bem ao estilo bumerangue, as acusações que o prefeito Romero fez ao ex Veneziano estão retornando contra sua gestão.E a pergunta que não quer calar: quem tá lucrando com esse contrato trilionário com o novo aterro? Revelaremos em breve.