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O deputado federal eleito, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) comentou, nesta quarta-feira (8), o processo de ‘fritura’ enfrentado durante o período em que se lançou como pré-candidato do partido ao governo do Estado.

Ao comentar todo o episódio que culminou com a sua desistência da disputa majoritária, Veneziano disse tirar alguns ensinamentos do que lhe aconteceu.

Ele garantiu não guardar rancores de quem não lhe apoiou, mas revelou que passará a ter maiores cuidados com alguns elogios de alguns que se apresentaram como amigo comprometido com o seu projeto. “Só lamento o fato de o PMDB, apesar de todas as situações que vexatoriamente nos atingiram, ter sido o partido que elegeu a maior bancada federal, o senador e quatro deputados estaduais, imaginem se não houvesse esse processo que minou a nossa candidatura e a candidatura também de Vitalzinho, a realidade seria bem diferente”, observou.

Nós todos sabemos que fazer oposição tem lá suas limitações e esse era o dever do PMDB original, que tem as suas tradições, mas assim não quiseram alguns de nossos companheiros.

Questionado se a ala dissidente deveria ser punida, Veneziano disse entender que antes que o próprio partido faça um levantamento com a postura desses integrantes, eles mesmos deveriam refletir e procurar outra legenda. “Não é possível que tenhamos elegido 58 prefeitos, e chegado com menos de 10, assim como candidatos da proporcional, que pediram voto para outros candidatos”, desabafou.

Provocado sobre o projeto de disputar o governo do Estado no ano de 2018 ou em uma eleição posterior, Veneziano confirmou que não desistiu desse sonho, e que assim como aconteceu dele comandar os destinos da cidade de Campina Grande, queria ter a possibilidade de também gerir o Estado. “Não tenho muita idade para esperar não (risos). É claro que assim como aconteceu em Campina Grande, quando disputei a prefeitura, espero um dia ter essa chance”, arrematou.

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