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Essa vaia que o governador Ricardo levou agora em Cajazeiras eu soube a pouco lendo o blog do meu amigo Hélder Moura no G1 Paraíba e é o repeteco de muitas . Aliás, sobre Hélder e não as vaias replicantes,  devo dizer que o Sistema Paraíba desperdiça o talento, credibilidade e audiência do mestre mantendo-o apenas como blogueiro, quando já podia ter coluna no Jornal da Paraíba.

Veja o artigo do confrade Hélder:

” O governador Ricardo Coutinho, pelo visto, está se especializando em vaias. No último domingo, durante a decisão da Copa Nordeste, por exemplo, ele foi apupado duas vezes, quando o locutor oficial anunciou sua presença no estádio. Na noite desta quinta, foi a vez de RC ser vaiado em Cajazeiras, no intervalo do jogo entre Campinense e Atlético.

Seguinte: o governador acertou de chegar ao Perpetão antes do início do jogo, para anunciar as obras de reforma do estádio. Mas, atrasou e só chegou ao local no intervalo da partida, quando pediu para ir ao gramado, fazer um discurso e assinar a ordem de serviço das obras. O juiz argumentou que se tratava de um jogo oficial, que não poderia atrasar.

Enquanto se discutia uma saída, o locutor oficial anunciou sua presença no estádio. Foi o suficiente para a torcida iniciar uma estrepitosa vaia ao senhor governador. A décima desde que assumiu o Governo. Irritado, RC deixou o estádio e, pelo menos publicamente, não assinou a ordem de serviço. Cogita-se que tenha retornado a João Pessoa, antes do jogo terminar.

As obras de reforma do Perpetão estão orçadas em R$ 3,5 milhões, conforme já havia antecipado o governador.”

TAPA OUVIDOS TABAJARA – Pois é amigo Hélder, o governador ser vaiado já virou rotina e a notícia agora que vai pautar a mídia será  quando ele não for. Algo tipo isso: ” Governador não foi vaiado hoje em Bayeux”.

Por essa e outras que eu sugeri a secretária de Comunicação Estelizabel a utilização do Tapa Ouvidos Tabajara (FOTO), a única maneira de evitar que sua excelência esculte diariamente os apupos do povão xingando até sua terceira geração pelo desserviço ao povo paraibano.

Como diria Gilberto Gil, o inferno é aqui.