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Dois ditados se aplicam a grande parte da classe política no Brasil. “Cesteiro que faz um cesto, faz um cento” e “pau que nasce torto, morre torto”.

E ambos os ditados caem como uma luva a escória da política nacional que tem como impune maior o senhor Paulo Salim Maluf, do PP, que graças flexibilidade de nossas leis ainda é deputado federal, mesmo tendo contra si processos por desvios de recursos públicos para contas no estrangeiro e o fasto de ter sido algemado e trancafiado pela PF.

Pois bem, a última Paulo Maluf aconteceu semana passada em Brasília.

O detector de metais do aeroporto soou o alarme, à sua passagem, quinta (9), mas ele não deu a mínima. Seguiu apressado e embarcou num voo da TAM.

Agentes da PF o seguiram, entraram no avião e o escoltaram de volta ao detector de metais. E o apressado Maluf acabou perdendo o vôo para São Paulo.

Como diz o ditado, pau que nasce torto, morre torto e nem coisas simples como um detector de metal de um aeroporto a empáfia de Maluf respeita.