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De uma hora para outra o jovem, discreto e light deputado estadual Caio Roberto, do PR, virou estrela da suposta reação governista para estancar a sangria com as defecções de Marcio Roberto e Toinho do Sopão.

Não sou de tirar a cereja da torta de ninguém, mas na condição de jornalista que circula com desenvoltura nos bastidores da família Roberto, pois sou amigo e assessor de imprensa do pai de Caio, Wellington Roberto, desde os tempos em que ainda era senador, venho a público frustrar uns e aliviar outros.

Caio não aderiu e nem vai aderir ao esquema comandado pelo governador Ricardo Coutinho.

E mais: esta hipótese não existe, pois a posição do PR, que é presidido pelo deputado federal Wellington Roberto é muito clara: faz oposição ao prefeito Luciano Agra e ao governador Ricardo Coutinho.

No entanto, o mandato de Caio é de resultados e a postura dele tem características diferentes daquelas dos oposicionistas mais eloqüentes.

Caio é por natureza observador e moderado, mas isso não quer dizer que seja passivo ou desligado, apenas como seu pai ele não gosta muito de está sob os holofotes da mídia, prefere mergulhar nos bastidores.

Se o governador atender todos os pleitos apresentados pelos prefeitos da base de Caio ele promete em contrapartida analisar com carinho os projetos enviados pelo governador à Assembléia e, caso entre estes perceba algum do interesse popular e que não ocasione nenhum prejuízo ao erário ou traga embutido vícios que levem a corrupção, votará de consciência tranqüila.

Mas, entre isso e aderir há uma distância de milhares de léguas.