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O candidato do PSOL, Tárcio Teixeira, aceitou o desafio do candidato do PSB, João Azevedo durante o debate entre candidatos a governo do estado da ultima segunda-feira (20), na TV Master e confirmou sua presença  nesta terça-feira (21), às 7h, à Escola Estadual João Goulart.

‘No debate da noite desta segunda-feira (20/08), na TV Master o candidato João Azevedo fez um desafio para provar que o governo que ele representa não paga o piso nacional dos professores, aceitei o desafio e marquei com ele hoje, às 7h, na Escola João Goulart’.

Tárcio Teixeira disse que está pronto para o duelo e pediu para que os professores do estado levassem seus contracheques e  ainda ampliou o desafio para João Azevedo

‘No debate pedi para os/as professores/as enviarem seus contracheques e ampliei o desafio, pedi para o candidato levar os contracheques dele, de todos os vínculos. Já estou pronto, em instantes estarei no lugar marcado, pois não fujo de desafio e o que digo posso provar. Os/as professores/as da Paraíba merecem respeito, a educação da Paraíba merece respeito. Eu cumprirei a lei do piso’.

Entenda o caso

No primeiro bloco do debate, Tárcio Teixeira perguntou a João Azevedo se haverá perseguição do governo aos profissionais concursados que protestarem contra medidas da gestão estadual. Segundo ele, a atual gestão pune severamente quem se opõe às decisões.

João Azevedo falou sobre concurso público para 10.500 profissionais, além de ter chamado os aprovados em concursos anteriormente. Para João Azevedo, “nenhum outro governo tratou os servidores com o cuidado que o atual governo trata”, ele seguiu dizendo que a oposição usa “discurso fácil”, mas os dados estão mostrando que o governo é bem sucedido.

Na réplica, Tárcio disse que João merece o apelido de “pedra” e criticou-o dizendo que o candidato não responde às perguntas. O candidato do PSOL garantiu descongelar as progressões salariais, aumentar os salários de professores e policiais.

Na tréplica, João disse que Tárcio está mal informado e destacou que os professores da rede estadual recebem mais que o piso salarial dos professores e o desafiou a provar o contrário.

 Com informações do Polêmica Paraíba