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Nas duas maiores cidades da Paraíba fatores terceirizados embolam a definição de candidaturas de oposição a prefeito. Nem tudo que reluz é ouro; nem tudo que parece pouco provável permanecerá neste estágio até lá.

Denorex – aquilo que parece, mas não é – talvez nenhum dos nomes postos chegue às convenções de junho de 2012.

Em João Pessoa o PSDB tem em Cícero o seu melhor nome, mas tenho quase certeza que o “caboclinho” sairá de cena na última volta do ponteiro para apoiar uma coalizão de forças imbatível, cujo candidato será do PMDB.

Quem concluiu que será Manoel Júnior errou, o consenso atenderá pelo nome de José Targino Maranhão. Ou você conhece outro nome capaz de unir alhos com bugalhos?

Em Campina Grande não há como não reconhecer a preço de hoje que o nome de Daniella Ribeiro é o que há de mais atraente para a oposição se agrupar, mas o próprio grupo capitaneado pelo ex-deputado Enivaldo Ribeiro pisa em ovos aguardando o filho Aguinaldo se livrar de pendências com a Justiça Federal para só então definir estratégias.

Guilherme Almeida corre por fora tentando se viabilizar, Fernando Carvalho diz que não abre mão e Alexandre Almeida rir a toa da pressa de todos.

Curiosamente, não é da oposição a pendência maior para que o quadro se defina. É em Cássio que está o botão de start ou stop. É dele o melhor joystic da partida.Mas, antes precisa limpar a ficha.

Se Cássio guinar a 180 graus poderá indicar a cabeça de chapa de uma composição onde caberá a oposição indicar o vice e aí o candidato contra o esquema do Palácio poderá ser um que ninguém espera. Ele próprio.

Se Cássio ficar onde está acreditando que o time do rompimento é mais na frente, mesmo assim ainda haverá mudanças no quadro no lado da oposição, pois estou convencido que problemas pessoais podem tirar muita gente de cena.