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Sempre que comparo o calvário imposto a Veneziano pelos adversários ardilosos de Campina Grande como uma via crucis, logo meia dúzia de seis gatos pingados me interpelam nas redes sociais, dizendo que exagero nas tintas quando defendo do Cabeludo.

Mas, quando o Superior Tribunal Federal absolve Veneziano um a uma em todos os processos montados pelo Grupo Cunha Lima para, por improcedência e falta de provas, o silêncio é geral.

Quem mora fora de Campina não sabe, mas até o outdoor a turma da CPI da Última Bala mandou espalhar anunciando, que maldade!, que o ex-prefeito e atual deputado federal não poderá concorrer mais a prefeitura.

Tudo mentira, tudo desespero, uma última bala batendo Catolé para desespero dos temem enfrentar Veneziano nas urnas.

Ontem o STF mais uma vez repetiu o que já virou lugar comum em todas ações que sobe ate aquela corte e que tem como réu Veneziano. Extinguiu, absolveu por improcedência.

Qualquer um desprovido de coragem para enfrentar o adversário nas urnas e sem u pingo de ética jurídica pode abarrotar as varas criminais com dezenas de processos contra quem quer tirar do páreo via tapetão.

O problema para esse tipo de estratégia é que a mentira tem perna curta e em pouco tempo todo mundo o artifício jurídico é derrubado, ficando quem moveu as pedras nos bastidores exposto como aquele que tem medo de enfrentar o julgamento popular e a sentença do povo, todos sabem, é dura para nada faz e generosa para quem muito fez.

EM TEMPO: no Plenário da Assembleia os deputados Caio Roberto e Frei Anastácio se revezaram na tribuna parabenizando o ex-prefeito de Campina pelo resultado no STF.