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Em depoimento a imprensa, Benjamim Maranhão, ex-deputado federal por três mandatos, prefeito de Araruna de 1997 a 2002 e sobrinho do senador José Maranhão, foi questionado a respeito da importância da perda do seu tio, o ‘Mestre de Obras’, como Maranhão era conhecido para os brasileiros em especial os paraibanos. Ele também opinou sobre o que pensa para o futuro do MDB paraibano, passado o luto pelo falecimento do seu maior líder.

Segundo Benjamim, a família, como todos os paraibanos, estão passando por um momento de muita dificuldade, pela perda de uma pessoa do tamanho da importância do político que tanto fez pelo Brasil e pelo seu estado, a Paraíba. O ex-deputado declara que, passado o luto, é natural defender uma reunião de todos os líderes do MDB para que os novos rumos do partido sejam definidos. “Eu acredito que, nas próximas semanas, devemos reunir as lideranças do partido, pois com certeza esse seria o desejo de Maranhão, para que possamos escolher um presidente que possa reestruturar o partido, alterando alguns cargos da executiva, devido a ser uma questão para recompor as forças, o que é natural, e em minha opinião o nome do senador Veneziano é muito forte para assumir o comando do MDB neste momento, estadualizando a sigla, somando forças e atraindo outras lideranças para a agremiação partidária”, disse.

O sobrinho de Maranhão destaca ainda que o nome de Veneziano se credencia para assumir a presidência em sua opinião, pela experiência política que somou como ex-vereador, prefeito de Campina Grande, deputado federal e agora senador. “Além disso, ele, Veneziano, é uma pessoa que sempre teve uma relação extremamente cordial com o ex-governador José Maranhão e toda a nossa família, tanto é que Dona Nilda era a primeira suplente. Ambas as famílias tem uma relação fraterna. Eu acredito que esse era o desejo de Maranhão, pois ele iria querer ver o partido crescer”, comentou Benjamim Maranhão. Escute a entrevista completa clicando aqui.

O senador José Targino Maranhão, faleceu aos 87 anos, na última segunda-feira (08), em São Paulo. O parlamentar não resistiu a complicações decorrentes da Covid-19, doença diagnosticada no dia 29 de novembro do ano passado, após o segundo turno das eleições municipais.