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O município de Marizópolis levou sorte quando ainda arruado passou a distrito e batizado foi em homenagem ao político paraibano de maior decência e legado moral, Antônio Marques Mariz Maia. 

Mas, essa boa referência ficou no passado e a política de curral transformou a cidade num celeiro de gestores incompetentes e personagens esdrúxulos, âncoras pesadas travando o processo evolutivo de quem tem nome e sobrenome pra crescer, mas não cresce.

Exemplo desse atraso cito um episódio que aconteceu essa semana e corou Mariz  lá no céu e deixou as mulheres de Marizópolis sem graça.

Em plena festa de Santo Antônio o coronel de plantão, o atual prefeito Zé Pedrinho, sucessor do coronel Zé Vieira, pegou o microfone e tascou essa comparação estabanada:

– Vou falar rápido. Discurso tem que ser igual a saia de mulher. Quanto mais curto, melhor.

Silêncio na platéia, o pároco baixou a vista, três ou quatro babões deixaram escorrer saliva e gargalharam alto pra agradar o chefe, mas lá no céu Mariz e Santo Antônio concordaram que tudo ia bem até a parte do discurso curto, pois tudo que vem depois de um boa noite dado por Zé Pedrinho é imoral, ilegal ou engorda.

EM TEMPO: o vice de Zé Pedrinho é um pastor e desde terça que ninguém sabe o paradeiro. Deve tá se escondendo de tanta vergonha.

Dércio Alcântara