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Sabem aquele filme “Uma babá quase perfeita”? Pois bem, essa Indaiá é perfeita demais como personagem da trama urdida por RC, mas tem falhas de interpretação.

Por exemplo, ao sair de cena e depois voltar com um texto feito e treinado pela Secom, Indaiá disse exatamente tudo que o jurídico pediu e a Secom preparou para ela decorar. É tudo perfeito até demais.

Ela diz que Pâmela não gosta do filho e que não tem condições de tomar conta dele. Isso é um texto ou uma petição? Me perguntei, ao assistir a entrevista da babá.

Mas, ao carregar nas tintas da trama urdida dentro da Granja Santana o governador Ricardo Coutinho esqueceu que nem todo mundo tem que concordar com ele num estado de direito e, o linchamento moral que ele quer submeter a mãe do seu filho, chamou a atenção de vários setores da sociedade, Comissão dos Direitos da Mulher da Assembleia e Direitos Humanos.

E, principalmente, da mídia, que multiplica cada pedido de socorro de Pâmela num gigantesco SOS.

O juiz da Primeira Vara, Josivaldo Félix, por exemplo, que também professor de direito no UNIPÊ,  declarou hoje no programa do campeão de audiência Marcelo José que a Central de Polícia, a Delegacia de Homicídios e ade Narcotráfico, co,o denunciou Pâmela, não eram os locais adequados para o assunto da briga de Pâmela com a Babá ser tratado.

Ele viu esse erro na condução do caso e disse que o local adequado é a Delegacia da Mulher.

Outra coisa que me chama a atenção nesse drama que Pâmela Bório vive, foi o acordo que assinou e daí logo passei a me perguntar se o advogado foi o mesmo Marcos Camelo.

Se foi, aconselho-a a trocar de causídico urgentemente, pois o que assinou foi-lhe completamente desfavorável.

Uma amiga juíza me diz que terá dificuldades para anular o acordo, pois assinou concordando com o disparate, mas se provar que houve coação anulará e terá outra chance de negociar em juízo um acordo mais justo.

Arquivo ainda vivo, Pâmela está em perigo e pedindo socorro aos paraibanos.