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O Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed-PB) divulgou, neste domingo (14), uma Nota Oficial nos principais veículos do Estado, externando as dificuldades que a classe vem enfrentando na Paraíba. Segundo a publicação, a gestão o Governo do Estado na figura do governador Ricardo Coutinho (PSB), que pleiteia à reeleição, “vem praticando sistematicamente atitudes condenáveis sobre todos os aspectos, no que concerne ao trato com os profissionais, servidores da saúde, comprometendo a eficácia da prestação de serviços”.

Desde que assumiu na convenção do partido a condição de candidato ao Governo do Estado, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), da Coligação A Vontade do Povo, vem denunciando nos discursos e entrevistas o clima de perseguição aos servidores do Estado, notadamente a profissionais médicos em todo o Estado, inclusive citando exemplos.
De acordo com a Nota Oficial do Simed-PB, vários médicos vêm sendo vítimas constantes de perseguição política por parte da atual gestão. Em alguns casos, inclusive, são impedidos de exercer sua profissão. A publicação alertou que profissionais estão sendo afastados de suas funções em alguns hospitais,a exemplo das cidades de Pombal, Guarabira e Mamanguape, todos sob a direção da Secretaria de Estado da Saúde (SES). 
Insatisfeito com a perseguição por parte do Governo do Estado, o Sindicato dos Médicos da Paraíba afirma, na nota oficial, que pretende recorrer até à Justiça para defender os profissionais que estão sendo impedidos de trabalhar. “O Simed não assistirá calado qualquer tipo de perseguição feita por um governo que não dialoga com seus servidores”.
Ainda segundo a publicação, a população paraibana não pode ser prejudicada por atitudes autoritárias e intimidantes por parte do Governo do Estado, que, segundo a Simed, constituem crime eleitoral por prática de conduta vedada. 
“Por fim, o estaremos atentos para receber as denúnciase providenciarmos para que sejam apuradas, com vistas a garantir o Estado de Direito Democrático no nosso Estado,ao tempo em que conclamamos a população a rejeitar os agentes públicos, políticos, que usam desses artifícios para se manter no poder, em detrimento dos servidores públicos e sobretudo da boa assistência aos usuários, ante a falta de atendimento médico eficaz, que é um direito de todos e dever do Estado, assegurados na Constituição Federal”, conclui a nota do Simed-PB.