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Pâmela Bório, jornalista, mulher, mãe e ex-primeira dama da Paraíba tem muito a dizer e sua convivência nos bastidores do poder nos últimos quatro anos agrega-lhe credibilidade. Ciente disso, logo o governador sacou da cartola a mesma estratégia que usou para desqualificar a também ex-esposa Aglaé Fernandes, inclusive – a tática se repete – acusando-a na época de está sendo “!bancada” por Cícero Lucena.

Eu disse ao advogado de Pâmela, Marcos Camelo que a vida de sua cliente correr sério risco e sugeri que ele pedisse garantias de vida para ela.

A estratégia para desacreditar o que ela tem a dizer, o que não é pouco, vem sendo tocada em duas frentes. A primeira no gabinete do secretário de Comunicação Luiz Torres, de onde parte o achincalhe contra ela e rapidamente é publicado nos sites e blogs que estão com o banner do governo e nas rádios e tvs da teia gigante de comunicação a serviço da plataforma oficial.

Em outra frente, RC faz com que Pâmela se enrasque judicialmente, usando delegados que fazem o laudo da babá sair rápido e o de Pâmela demorar até hoje e ainda não ter saído.

A ida dela duas vezes à Central de Polícia num intervalo de quinze dias disparou um sinal de alerta na área de direitos humanos e na comissão da mulher da Assembleia.

Na primeira Pâmela foi convocada para esclarecer declarações sobre a ligação do Jampa Digital com a morte de Bruno Ernesto, e na segunda foi levada na marra para prestar depoimentos sobre, vejam só, as agressões que sofreu.

Em flagrante abuso de poder e repetindo a mesma e surrada estratégia que usou para amedrontar e execrar a outra esposa perante a opinião pública, Ricardo Vieira Coutinho esqueceu da máxima de que remédio para um doido é outro doido na porta.

Pâmela não é Aglaê e vai, como Nicéia Pitta – ex-primeira dama de São Paulo, capital – até as últimas conseqüências.