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O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) analisou como positivo a aprovação do governo da federal que obteve 64% de avaliação como ótimo ou bom por parte dos brasileiros, contra 59% em janeiro. A pesquisa Datafolha foi realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal.

Segundo Vital, trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2011, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

Na condição de vice- líder do governo no Senado, Vital do Rêgo disse que os números da pesquisa traduzem que vive a economia brasileira. Os dados segundo o senador, são reflexos da popularidade deste governo e  atentam que a forma por ele utilizada está dando certo.

Para Vital, pela primeira vez o Brasil estar preparado para enfrentar uma crise global sem muito trauma. Ele lembrou que os dados apresentados pela equipe econômica do governo federal registraram na primeira semana de agosto, superávit de US$ 1,054 bilhão, com média diária de US$ 210,8 milhões. “A presidente tem dado passos firmes e implantado um modelo que tem dado certo”, avaliou.

O parlamentar enfatizou ainda que dezesseis meses após subir a rampa do Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff já demonstrou muita vontade de erradicar de vez a extrema pobreza no país. Prova disso é que o plano “Brasil sem Miséria” por ela lançado, se transformou em uma megaoperação que reúne os principais programas sociais do governo, com iniciativas de transferência de renda, melhorias em infraestrutura e oferecimento de serviços básicos para famílias que vivem em condições precárias. O objetivo é ousado e prevê, em quatro anos, a ascensão social de 16,2 milhões de pessoas que ganham até R$ 70 por mês. “Esse é um compromisso do governo que eu como senador do meu país, vou lutar para ver realizado. A presidente tem tido preocupação em preparar uma agenda para resolver os principais problemas que ainda afetam o país” disse.

Assessoria