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Os textos que reproduzo abaixo foi publicado hoje na versão eletrônica da revista Veja pelo colunista Lauro Jardim exatamente as 12hs13m e e depois as 19hs, na quinta, e nesta sexta a agência de notícias Reuters diz que Vital assume quinta, citando uma mfonte do Palácio

“Dilma Rousseff está reunida neste momento com Michel Temer, Gleisi Hoffmann, José Eduardo Cardozo e Celso Amorim no Palácio Alvorada.

Antes da chegada dos demais, porém, Dilma conversou a sós com Temer, que foi para o encontro com uma missão prioritária: tratar da confirmação de Vital do Rêgo para o Ministério de Integração Nacional.

A ideia é sair do Alvorada com a data de nomeação do correligionário definida.

O mesmo Lauro Jardin – revelando-se muito bem informado – postou as 19hs que Dima estaria acometida de forte gripe e que esse contratempop teria adiado a reforma.

“Alegando uma gripe forte, Dilma Rousseff  conversou pouco com Michel Temer hoje (leia mais em Assunto Vital) e jogou para a semana que vem as negociações em torno da reforma ministerial.”

 Por Lauro Jardim”

Da Vejaonline

Na manhã desta sexta-feira (10), fonte fidedigna do Reuters garantiu que Vital do Rêgo será nomeado Ministro da Integração Nacional na próxima quinta-feira. Segundo o Reuters, o único nome debatido com a Dilma Rousseff (PT) sobre a Reforma Ministerial que pretende fazer foi o do senador paraibano Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Ainda segundo a reportagem Dilma manteve uma conversa um pouco mais abrangente sobre a reforma nesta quinta-feira com o vice-presidente Michel Temer. A tendência, segundo essa fonte, é que o senador Vital do Rêgo seja nomeado ministro da Integração Nacional, como deseja a legenda. A pasta estava com o PSB, que desembarcou do governo em setembro.

A fonte do PMDB afirmou ainda que a bancada da Câmara cogita dois nomes para substituir os ministros que deixarão os cargos para disputar eleições. Para o lugar de Gastão Vieira (Turismo), um dos nomes ventilados é o do deputado Sandro Mabel (GO), que teria ainda que receber o aval do líder da bancada, deputado Eduardo Cunha (RJ).


Na Agricultura, é possível que o partido indique o deputado Silas Brasileiro (MG), que é suplente do atual ministro, Antônio Andrade. Brasileiro é empresário do meio rural. Não há confirmação, porém, de que Dilma já tenha recebido essas indicações de Temer. O único nome que já teria sido levado pelo partido à presidente é o de Vital do Rêgo.

De acordo com a reportagem do Reuters, a presidente Dilma Rousseff só deve começar a aguardada reforma ministerial, substituindo ao menos dez membros do primeiro escalão, depois de retornar das viagens internacionais que fará neste mês, disseram fontes do Palácio do Planalto.


Dilma viaja no dia 22 a Davos, na Suíça, onde participa do Fórum Econômico Mundial, e depois vai a Havana, em Cuba, para reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e, em seguida, participa de encontro do Mercosul, em Caracas, na Venezuela. A reunião em Cuba ocorrerá dia 26 e a do Mercosul estava prevista para dia 31, mas a data vai ser alterada.


Com isso, a maior parte das trocas deve ocorrer em fevereiro, quando o Congresso já estará de volta aos trabalhos. Uma das fontes do Planalto afirmou à Reuters, sob condição de anonimato, que Dilma deve começar as mudanças pelo comando da Casa Civil. Gleisi Hoffmann deixará a pasta para se candidatar ao governo do Paraná.


A maior parte das mudanças será feita usando a lógica eleitoral, garantindo também o ingresso de novos aliados no primeiro escalão para formar um grande arco de alianças visando a disputa à reeleição. Nesse sentido, o recém-criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros) pode ganhar um ministério. Dilma, porém, tem mantido nomes e negociações em sigilo e só teve uma conversa um pouco mais abrangente sobre a reforma nesta quinta-feira com o vice-presidente Michel Temer.


Segundo um peemedebista, no entanto, Dilma teria dito a Temer apenas que vai dar início às conversas e negociações para a reforma a partir da próxima segunda-feira.


A presidente deve manter os atuais ministérios comandados pelo PMDB (Turismo, Agricultura, Aviação Civil e Minas e Energia) sob a órbita do principal aliado do governo no Congresso, segundo uma das fontes do Planalto. A tendência, segundo essa fonte, é que o senador Vital do Rêgo seja nomeado ministro da Integração Nacional, como deseja a legenda.

Agência Reuters